Sobre o Love is All

Oi, eu sou a Ana. Sou biológa e designer e consegui profissionalmente juntar esses meus dois interesses através do branding,  tentando trabalhar com marcas que buscam fazer negócios ao mesmo tempo em que fazem bem pro mundo.

Nas minhas andanças e pesquisas, comecei a ver cada vez mais manifestações de amor por todos os lados – desde manifestações artísticas, clamando por amor de diversas formas, passando por teorias econômicas baseadas na lógica do coração, reflexões sobre nossa relação com o trabalho, ações que trazem mais gentileza pro nosso dia-a-dia, ou sobre novas formas de fazer negócios pensando no desenvolvimento social onde a adição de amor faz com o dinheiro valha muito mais.

Decidi então reunir esses tipos de manifestações num só lugar. Porque, para mim, todas elas evidenciam um novo momento pelo qual a sociedade está passando onde começamos a rever o materialismo, a fragmentação e o individualismo que ficaram como resíduo da era industrial. Todas elas são sinais do início de uma era de consciência na qual começamos a ressignificar nossas relações, a rever propósito de vida, nosso envolvimento com o trabalho, o uso espaço coletivo, a educação e muito mais.

Amor para o Love is All é um símbolo para falarmos sobre a valorização das nossas emoções, do afeto, da criatividade, da subjetividade, da intuição, da imperfeição e de tantas outras características dos seres vivos que não necessariamente cabem na lógica exata, analítica, linear.

O Love is All é uma plataforma online que coleciona essas manifestações e quer participar dessa novo momento com a esperança de que a sociedade continue valorizando, cada vez mais, a busca por significado e conexão em nossas vidas.

About Love is All

Hi, I'm Ana. I'm a biologist and designer, and passionate about life. This blog is a collection of manifestations of love that seek to bring back the feeling of meaning in our lives, of connection, of being part of a community, of needing one another. It's about showing evidences of this new age of consciousness that we are entering, as opposed to the logic of fragmentation, materialism and individualism left behind by the industrial revolution. It looks at love as symbol of a society that begins to rescue and value affections, emotions, creativity, subjectivity, intuition, imperfection and chance.